Sexo sem Amarras é uma obra que mistura ficção e realidade.Procurei abordar, de forma direta e sem falsos pudores, o trio sexualidade, erotismo e relacionamento, envolvendo-o delicadamente pela teoria do filósofo alemão Friedrich Nietzsche — autor polêmico e bastante estudado em nossos dias.
A liberdade criadora do homem — decantada pelo filósofo — é o fio condutor de diversas expressões da sexualidade, deixando o livro longe de ser apenas um relato vazio de experiências sexuais.
Procuro esclarecer, de modo divertido, assuntos que são, ou já foram, delicados de se tratar. Apresento uma forma natural e prazerosa de encarar o sexo em suas variantes. Pretendo, assim, mostrar ao leitor que é possível usufruir da sexualidade autêntica e livre, sem manchas, preconceitos, tabus ou rótulos sociais.
Assim Falou Zaratustra foi a grande obra inspiradora. Outras leituras sobre Nietzsche também me abasteceram para compor a personagem e imprimir o seu estilo.
Assim surgiu Ana, fluxo do imaginário feminino, que descreve com clareza e fluidez sobre seu universo íntimo.
A personagem usa uma linguagem direta e gostosa, recheada de elementos da filosofia, dicas e reflexões sobre as várias faces da vida sexual e amorosa.
Entre uma história e outra, Ana brinca com o leitor e, muitas vezes, o instiga com dicas e pormenores da vida sexual, além de inserir informações úteis para a satisfação plena.
Embora, na maioria das vezes, ela se dirija ao público feminino e interaja com ele, os homens também têm sua vez e ambos poderão desfrutar de uma leitura agradável e das picantes histórias e dicas da personagem.
A narrativa em primeira pessoa insinua uma identificação comigo - autora. Verdade ou ficção?
Essa difícil tarefa coloco para o leitor: traçar o limite entre ficção e realidade neste livro.
Embarque nessa leitura e viaje nas histórias de Ana. Divirta-se!
Embora, na maioria das vezes, ela se dirija ao público feminino e interaja com ele, os homens também têm sua vez e ambos poderão desfrutar de uma leitura agradável e das picantes histórias e dicas da personagem.
A narrativa em primeira pessoa insinua uma identificação comigo - autora. Verdade ou ficção?
Essa difícil tarefa coloco para o leitor: traçar o limite entre ficção e realidade neste livro.
Embarque nessa leitura e viaje nas histórias de Ana. Divirta-se!
"Fiquei docemente adormecida por alguns séculos, e entrei em erupção
sem avisar." - Anais Nïn

