"Ela é uma mulher corajosa que busca na liberdade a plenitude do seu próprio querer" - diz a autora Bia Areias.
A história da sexualidade de Ana passa por importantes transformações: da humilde obediência às normas sociais à plenitude de uma sexualidade livre e destemida.
“Não sei viver como um homem-camelo que acata mansamente idéias e valores impostos, que desiste de escolher o seu caminho, obedece e aniquila qualquer desejo e iniciativa pessoal. Obediente demais, passivo demais, longe de mim!” - frase da personagem Ana em Sexo sem Amarras.
Se na adolescência e no início da juventude sua vida sexual pode ser semelhante à de tantas outras jovens, o mesmo não ocorre quando Ana conhece Ivo em sua fase adulta. Ali nasce uma nova mulher: segura, ousada e capaz de ir bem além.
"Iniciamos, assim, uma relação moderna e aberta, que respeitava os fluxos livres e as intensidades puras. Sem aprisionamentos ou proibições, mas com liberdade de deixar fluir o prazer e a novidade. Criamos nossos pactos, estabelecemos os limites até onde poderíamos ir. Tudo era válido e permitido, menos a mentira e a omissão. Nossa fidelidade era a de falar. Falar tudo o que vivêssemos ou desejássemos. Não queríamos o aprisionamento ou a posse. Apenas a verdade clara dos fatos; apenas compartilhar a vida."- frase da personagem Ana em Sexo sem Amarras.
Ana não se limita ao erotismo, mas se expande na arte de viver e ter prazer, produzindo a cada momento novas avaliações sobre o seu próprio bem ou mal.
"Por que sermos escravos, se podemos ser senhores? Donos do próprio nariz, das próprias idéias. E, por que não, do próprio prazer?!" - frase da personagem Ana.
Se na adolescência e no início da juventude sua vida sexual pode ser semelhante à de tantas outras jovens, o mesmo não ocorre quando Ana conhece Ivo em sua fase adulta. Ali nasce uma nova mulher: segura, ousada e capaz de ir bem além.
"Iniciamos, assim, uma relação moderna e aberta, que respeitava os fluxos livres e as intensidades puras. Sem aprisionamentos ou proibições, mas com liberdade de deixar fluir o prazer e a novidade. Criamos nossos pactos, estabelecemos os limites até onde poderíamos ir. Tudo era válido e permitido, menos a mentira e a omissão. Nossa fidelidade era a de falar. Falar tudo o que vivêssemos ou desejássemos. Não queríamos o aprisionamento ou a posse. Apenas a verdade clara dos fatos; apenas compartilhar a vida."- frase da personagem Ana em Sexo sem Amarras.
Ana não se limita ao erotismo, mas se expande na arte de viver e ter prazer, produzindo a cada momento novas avaliações sobre o seu próprio bem ou mal.
"Por que sermos escravos, se podemos ser senhores? Donos do próprio nariz, das próprias idéias. E, por que não, do próprio prazer?!" - frase da personagem Ana.
